8.000 novos empregos

 

O setor de supermercados pretende investir R$ 700 milhões em Minas Gerais neste ano, com abertura de 75 novas unidades e geração de 8.000 empregos no Estado. Os números foram apresentados nessa quinta-feira pela Associação Mineira de Supermercados (Amis).

Segundo a entidade, em 2020 é esperado crescimento de 4,5% nas vendas em relação a 2019. No ano passado, a alta nas vendas em Minas foi de 4,22%, ligeiramente acima dos 4% previstas no início de 2019.

Caso as perspectivas para o varejo se confirmem, o faturamento do setor deve aumentar R$ 1,6 bilhão durante este ano, totalizando R$ 38,9 bilhões em dezembro de 2020, ante somatório de R$ 37,3 bilhões em 2019.

Em Poços de Caldas, após a inauguração do atacado e varejo Mart Minas, na zona sul, outro atacarejo com as mesmas dimensões e plantas semelhantes, será construido em área na Avenida João Pinheiro, ao lado da Cerâmica Togni. O projeto está em fase final de análise na Secretaria de Planejamento e deve gerar mais de 200 novos empregos.

 

Reajuste para o legislativo?

Na sessão ordinária de terça-feira, foi lido e encaminhado para as comissões permanentes da Casa, o Projeto de Lei que institui o Quadro de Pessoal e o Plano de Cargos, carreiras e Vencimentos dos Servidores da Câmara Municipal e dá outras providências.

O projeto de lei de autoria da mesa diretora que tem na presidência o vereador Carlos Roberto de Oliveira Costa carece de maiores esclarecimentos para que a população e principalmente os contribuintes possam tomar conhecimento e serem esclarecidos se representa aumento nas despesas com pessoal.

Na Comissão de Justiça, o relator do projeto será o vereador Paulo Tadeu e o que se espera é que este projeto de lei seja devidamente esclarecido e principalmente quais suas implicações nos gastos que ele representa comparado a atual folha de pagamento.

As informações precisam estar disponibilizadas inclusive no Portal da Transparência do Legislativo que tem sido alvo de atenção por parte do Ministério Público que já notificou o presidente sobre as deficiências que o Portal representa, além de dificuldades de acesso e falta de transparência.

Os vereadores Maria Cecilia Opipari, que faz parte da mesa diretora como primeira secretária e seu colega Paulo Tadeu, que vivem cobrando mais transparência do executivo, estão na obrigação de esclarecer também quais as implicações que este projeto representa no que diz respeito a gasto do dinheiro público.

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