Custo da máquina

Levantamento recente indica que a máquina pública, que emprega hoje cerca de 12 milhões de servidores nos três níveis – federal, estadual e municipal – é um dos grandes problemas a ser enfrentado pelo novo presidente, governadores e claro, também pelos prefeitos que sofrem para manter em dia a folha de pagamento.

Um dos entraves na administração municipal está no funcionalismo que conta hoje com quase sete mil servidores, quando deveria no máximo, empregar quatro mil. A redução da jornada de trabalho, feita de maneira irresponsável na administração Courominas, sem a alteração do regime jurídico, é hoje outro grave obstáculo que provoca gastos excessivos com a folha de pessoal, exigindo um número astronômico de horas extras para compensar a redução da jornada.

O prefeito Sérgio Azevedo já declarou que este é um dos graves problemas da administração, mas parece que não está muito disposto a colocar a mão na massa para, pelo menos tentar mudar as coisas.

Só como exemplo, seu colega, da vizinha Pouso Alegre, extinguiu 514 cargos e contratou o IMAM – Instituto de Assistência aos Municípios – por R$ 144 mil para realizar novos concursos públicos para preenchimento de vagas nas áreas da saúde, educação, motoristas e administração.

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