Depósito de papelão

Quem passa todo final de tarde em frente a Prefeitura Municipal, na avenida Francisco Salles, vai se deparar embaixo das colunas do monotrilho, com um amontoado de caixas de papelão ali colocadas por catadores de produtos recicláveis. Não bastasse a poluição visual em pleno centro da cidade, o depósito é uma verdadeira afronta ao poder executivo.

Isso para não falar das estações do monotrilho, transformadas em dormitório por moradores em situação de rua, como é o caso da localizada defronte ao supermercado Fonseca.

Para uma cidade que no passada tinha orgulho em propagar pelo resto do país que não tinha mendigos, graças a atuação do S.O.S. a situação hoje é vergonhosa, mesmo com a prefeitura dispondo de uma secretaria de promoção social.

 

Enguiçados…

A vereadora Maria Cecilia Opipari apresentou requerimento cobrando da administração o envio para a Câmara Municipal do projeto de lei que trata da revisão do Plano Diretor. Esta é mais uma promessa enguiçada do governo comandado pelo engenheiro civil Sérgio Azevedo, que como servidor de carreira sabe perfeitamente a importância desta lei para o planejamento da cidade.

Desde o início do seu governo, três anos atrás, o prefeito vem prometendo encaminhar para o legislativo o projeto que ele mesmo retirou no último mês do governo anterior, quando estava pronto para ser votado.

Além do Plano Diretor estão enguiçados na administração o Plano de Mobilidade Urbana; licitação para a concessão do transporte público; solução para o Monotrilho que agora é da Prefeitura, destinação final do lixo coletado na área urbana; projeto de lei que cria o regime jurídico dos estatutários; obras de saneamento e infraestrutura para melhoria do trânsito, prometidas após a Câmara autorizar empréstimo junto à Caixa Federal de R$ 94 milhões; revisão (correta) da planta genérica de valores para cobrança do IPTU. Só isso.

Fechar Menu