Ex-presidente da Vale vira réu

A Justiça aceitou nesta sexta-feira a denúncia feita pelo Ministério Público de Minas Gerais sobre o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão. Além das empresas Vale e Tüv Süd, 16 funcionários também foram denunciados. Entre eles está o ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman.

De acordo com as investigações do MP e da Polícia Civil de Minas, as empresas atuavam para esconder a real situação de segurança de barragens mantidas pela Vale. O desastre em Brumadinho deixou um total de 270 vítimas.

Todos os denunciados vão responder 270 vezes por homicídio qualificado. Eles também são réus por crimes contra fauna, flora e crime de poluição.

 

Detran-MG começa a usar as Placas Mercosul

A implantação do novo modelo de Placa de Identificação Veicular (PIV) começa nesta segunda-feira. A placa será obrigatória apenas para carros novos e em situações que exijam a troca, como mudança de município e quando o item for danificado ou furtado.

“O modelo antigo, mais comum na cor cinza, deixa de ser fabricado. Mas mesmo os proprietários de veículos que não se encaixam nos casos de obrigatoriedade poderão adquirir a nova placa voluntariamente”, explica o diretor do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), delegado Kleyverson Rezende.

A placa terá o fundo branco com uma faixa azul na parte superior, o logotipo do Mercosul, a palavra Brasil e a bandeira do país.

 

Casa Militar

Com a entrada do general Walter Braga Netto no comando da Casa Civil, no lugar de Onyx Lorenzoni, o Palácio do Planalto torna-se uma Casa de comando militar. A Secretaria-Geral da Presidência, antes ocupada por Gustavo Bebianno, é chefiada pelo major Jorge Oliveira; a Secretaria de Governo está sob o comando do general Luiz Eduardo Ramos e o general Heleno chefia o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Os militares estão à frente de mais de um terço dos ministérios do governo Bolsonaro. O maior desafio do Planalto – e o temor dos congressistas – é a jinga para articulação.

 

Troca no caldeirão

A Globo está quase decidida a demitir o apresentador Luciano Huck, que assume posições nítidas de um pré-candidato à Presidência. Não quer o menor contágio com o Caldeirão do Huck, mesmo ainda distante das eleições presidenciais. Ele ganha, atualmente R$ 1,2 milhão mensais.

 

Custos durante a prisão

A equipe de assessores e motoristas do ex-presidente Lula custou pelo menos R$ 847.282,62 – entre junho de 2018 e outubro de 2019 – pagos pela Presidência da República, enquanto estava preso.  Previsto pela lei, os ex-presidentes têm direito a uma equipe de oito servidores. O salário dos auxiliares pode chegar a R$ 13,6 mil cada um.Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, todos os outros cinco ex-presidentes vivos contam uma equipe de oito servidores paga pela União. São eles José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff e Michel Temer. Em 2019, o custo com essas equipes foi de R$ 3.880.081,24.

 

Sugestão de mudança

O presidente Jair Bolsonaro defendeu mudanças no processo que leva à eleição do presidente da OAB. Segundo o presidente, “talvez um dia o presidente da OAB seja eleito pelo voto de todos os advogados, e não pelos chefes das seccionais”. A sugestão é uma indireta ao presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, com quem Bolsonaro troca farpas pela imprensa. Ano passado, Bolsonaro disse que o pai de Santa Cruz, morto em 1974 por agentes da ditadura militar, foi na verdade assassinado por militantes de esquerda.

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