Nova pesquisa

O presidente Jair Bolsonaro ampliou a vantagem sobre os seus prováveis rivais no primeiro turno da eleição presidencial de 2022, mostra a nova pesquisa eleitoral exclusiva VEJA/FSB. Ele oscilou para cima, no limite da margem de erro de dois pontos percentuais – de 33% para 37% -, enquanto outros presidenciáveis ficaram estagnados. Seu principal perseguidor no cenário mais provável neste momento é o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), que oscilou negativamente de 15% para 13%, ou seja, dentro da margem de erro. O petista está empatado tecnicamente com o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 12%, e o ex-governador Ciro Gomes,(PDT), com 11%, que mantiveram seus percentuais da pesquisa anterior.

 

Conversa com o Papa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou por cerca de uma hora com o papa Francisco em audiência privada na residência Santa Marta, no Vaticano, acompanhado do ex-chanceler Celso Amorim e do fotógrafo oficial Ricardo Stuckert, que registrou o encontro. Na saída, o petista disse ter conversado com o religioso sobre desigualdade social, perda de direitos dos trabalhadores pelo mundo e da necessidade de mais empenho dos governantes na questão ambiental. Lula disse que não tratou de qualquer assunto relacionado ao presidente Jair Bolsonaro. ‘Não podia vir aqui para discutir Bolsonaro’, afirmou.

 

Número de assassinatos cai 19%

O Brasil teve uma queda de 19% no número de vítimas de crimes violentos em 2019 em comparação com o ano de 2018. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Em todo o ano passado, houve 41.635 assassinatos no país, contra 51.558 em 2018 – ou seja, quase 10 mil mortes a menos. Trata-se do menor número de crimes violentos intencionais de toda a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coleta os dados desde 2007.

 

Choradeira

O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral chorou ao saber que seu acordo de delação premiada havia sido homologado por Edson Fachin. E chorou novamente quando soube que o procurador-geral da República, Augusto Aras, entrou com recurso para tentar anular a homologação.

 

Em defesa de Moro

 O presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa do ministro Sergio Moro após o ex-juiz ter sido pivô de bate-boca com deputados do Psol em sessão realizada na 4ª feira, na Câmara. Na ocasião, depois de o deputado Glauber Braga afirmar que Moro era “capanga da milícia”, o ministro reagiu e chamou o congressista de “desqualificado”. Em sua convencional transmissão ao vivo nas redes sociais nesta 5ª feira, Bolsonaro leu uma mensagem publicada por Moro no Twitter, na qual o ministro dizia “não gostar de jogo político”, e que propôs várias medidas contra o crime organizado, mas que “o Psol, de Freixo/Glauber, foi contra todas elas”. Segundo Bolsonaro, com isso, o partido defende as milícias.

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