O socorro pode vir de Brasília

De onde menos se espera é que não sai nada mesmo. Se o prefeito Sérgio ainda mantém esperança de que o governador recém-empossado no cargo, Romeu Zema, vai resolver parte dos seus problemas financeiros, pagando o que o estado deve ao município (R$ 100 milhões) e repassar os recursos constitucionais sem atraso, é melhor ir tirando o cavalinho da chuva porque o próprio governador tem declarado que ainda não sabe o tamanho do buraco que entrou e até avisou os servidores do Estado dizendo que eles não receberão tão cedo o 13º salário referente ao ano passado.

Por outro lado, as notícias que chegam de Brasília são animadoras e se as medidas anunciadas pela equipe econômica do presidente Bolsonaro forem colocadas em prática ainda neste semestre, pode se transformar na tábua de salvação dos municípios.

Em quase todas as suas falas, o ministro da área econômica Paulo Guedes, tem repetido que pretende logo no início do governo adotar medidas para desburocratizar a máquina federal, permitindo que estados e municípios possam receber recursos sem demora e principalmente sem etapas intermediárias impostas pela burocracia.

Guedes prometeu repartir os recursos que serão obtidos na chamada cessão onerosa com estados e municípios viriam de leilões de concessão de exploração de petróleo em áreas sobressalentes da região chamada de cessão onerosa, hoje exclusiva da Petrobras.

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