Zema vem a Poços na sexta-feira

 

Pela primeira vez após tomar posse no cargo, o governador Romeu Zema visita Poços de Caldas nesta sexta-feira, dia 6, para um encontro que vai reunir lideranças e filiados do seu partido mais autoridades municipais e convidados. A programação começa as 18 horas com credenciamento, seguida da abertura do encontro e palestra com Fernando Passálio, sub-secretário de Desenvolvimento do Estado que vai discorrer sobre o tema Minas Livre para Crescer.

Em seguida haverá uma segunda palestra a cargo da Sra. Leandra Machado, ex-candidata a deputada federal, sobre a importância da participação feminina na politica, com o encontro sendo encerrado com a fala do governador.

 

Mudança de regime

Com a mudança introduzida na reforma da Previdência, que acabou com o direito do servidor público regido pelo regime celetista (caso da Prefeitura de Poços) de continuar trabalhando no serviço público após se aposentar pelo INSS, o governo municipal deveria providenciar o mais rápido possível junto com a Câmara de Vereadores, a aprovação do regime estatutário, onde o servidor se aposenta com um salário melhor, pago por um instituto de previdência próprio.

Isso já deveria ter sido aprovado há muitos anos e a administração “técnica” prometeu que faria a mudança no início do governo.Só que até agora a promessa não saiu do papel ea secretária de administração, meses atrás, declarou que nenhum servidor seria contratado sem que o regime fosse aprovado.

Agora, com a alteração da lei da aposentadoria, mesmo os servidores da ativa teriam um bom motivo para mgirar de regime jurídico deixando de ser celetista e optando pelo estatutário.

 

Enroscado

Outra promessa que também não foi concretizada diz respeito a revisão do Plano Diretor. O projeto estava pronto para ir à votação no final do último ano do governo Eloisio, quando seu sucessor pediu a sua retirada. O projeto tinha como relator o vereador e hoje secretário de planejamento Tiago Cavelagna.

Assim como o regime estatutário, a promessa era de fazer algumas alterações e devolver o projeto para a Câmara ainda nos primeiros meses de governo. Até agora, às vésperas do último ano do mandato o projeto não foi aprovado e pelo jeito, o atraso de 14 anos deve aumentar, existindo até o risco de ficar para a próxima administração.

Como o comando do governo costuma jogar toda culpa pelos seus atrasos na “pior crise financeira da história” a não aprovação, do regime estatutário, assim como do plano diretor parece que não tem nada a ver com as finanças.

Só para lembrar, os atrasos do plano de mobilidade e no edital da licitação do transporte público também não tem nada a ver com a crise nas finanças. Tanto assim que a UNIFEI foi contratada por R$ 600 mil para o Plano de Mobilidade e o Cefet-MG por R$ 360 mil para fazer o edital. Duas tarefas que poderiam ter sido melhor executadas e sem custo para a prefeitura, pelos seus próprios técnicos.

 

Fora do padrão

Pessoas que estiveram com o prefeito Sérgio Azevedo nos últimos dias relatam que pela primeira vez ele tem demonstrado um nervosismo fora do comum para aqueles que estão acostumados com seu comportamento sempre tranquilo, mesmo quando a situação não é das melhores.

Com a decisão da juíza Tereza de extinguir o processo que seria aberto contra ele, caso a denúncia do Ministério Público fosse aceita, a esperança é de que o chefe do executivo comece a semana mais calmo, readquirindo sua costumeira tranquilidade. Pelo menos até a próxima investida do promotor,

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